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DIAL P FOR POPCORN

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O Cinema Numa Cena


Parabéns pelo 51º aniversário, belíssima Daryl Hannah! Que mais gente encontre em ti o talento que Tarantino sabia teres escondido.



E não é por nada mas esta Elle Driver é, para mim, das interpretações secundárias mais impressionantes da década. E onde estava a Academia? Pois, a premiar isto.

Grandes Divas do Ecrã

E em honra da recém-falecida Sally Menke, editora de longa data de Quentin Tarantino - e que fez o seu melhor trabalho, para mim, neste "Kill Bill: Vol. 1" (2003) -, deixo este post com uma das maiores divas da década passada (ainda por cima considerando que teve de enfrentar outras divas - O-Ren Ishii, Bill, Elle Driver - iguais ou piores que ela):


"Your name is Buck, right?"


"And you came here to fuck, *right*?"


[manda a porta contra a cabeça; procura nos seus bolsos e encontra um par de óculos de sol e umas chaves; lê o porta-chaves e...]

 "Pussy Wagon. You *fucker*!"



The Bride (Uma Thurman), "Kill Bill: Vol. 1" (2003)
 
 
 
E deixo-vos cá um extra... Tarantino inclui em todos os DVD dos seus filmes uma sequência nos Extras chamada "Hi, Sally", que basicamente consiste em extractos de filme entre cenas onde os actores dizem "Hi, Sally" para a câmara, com o intuito de entreter a editora, quando esta for editar o filme. No YouTube encontram dois deles, que passo a colocar abaixo:
 




Descansa em paz, Sally!

Quentin Tarantino: KILL BILL (2003-2004), Vol. 1 e Vol. 2



Até há pouco tempo recusei-me a ver Kill Bill. O cartaz não me convencia, a prespectiva de Tarantino num filme de acção também não. Assim que tive a ideia de vos fazer esta retrospectiva sobre o Quentin Tarantino, tive obrigatoriamente que o colocar no leitor de DVD.

E que grande surpresa eu tive! Atrás de Reservoir Dogs e Pulp Fiction, a grande distância dos restantes filmes de Tarantino, Kill Bill é uma obra de arte. É um filme de acção e uma história aparentemente simples sobre vingança. No entanto é uma história criada por Tarantino, o que é o mesmo que dizer, uma história carregada de humor negro, com uma fantástica banda-sonora (considero seriamente falar-vos sobre ela em breve nas crónicas sobre as soundtracks) e particularidades deliciosas como o mítico jipe Pussy Wagon.




Kill Bill conta-nos a história de uma noiva (Uma Thurman) cujo casamento é estragado por Bill (David Carradine) e pelo seu gang. Após 4 anos em coma e de um despertar inesperado, a noiva decide vingar-se daqueles que a tentaram tramar. Um a um, todos serão eliminados. São 4 os alvos a abater antes de chegar até Bill: O-Ren Ishi, Vernita Green, Elle Drive e Budd que, a mando de Bill, constituiam o Deadly Viper Assassination Squad.


Um filme cheio de acção, que no meu entender é o que menos me importa, embala-nos numa aventura intensa, numa saga dividida em 2 filmes (que aconselho sejam vistos de uma assentada), pensado ao cuidado por Quentin Tarantino e que mostra um lado que, embora já conhecido de Tarantino (o seu humor e os seus diálogos, embora menos em foco, continuam brilhantes) exposto de uma nova forma. É acção à moda de Tarantino!


Nota Final: A-

Trailer:



Informações Adicionais:
Realização: Quentin Tarantino
Argumento: Quentin Tarantino
Duração: 111/136 minutos
Ano: 2003/2004