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DIAL P FOR POPCORN

DIAL P FOR POPCORN

BRITISH TV - ALLO ALLO!



Reservei para este mês uma das mais acarinhadas séries da televisão britânica. Foi com surpresa que descobri que ainda não vos tinha falado sobre ela e a sua ausência é uma falha grande nesta crónica sobre o melhor da televisão britânica. Allo Allo reúne muito daquilo em que os Ingleses são bons: a sátira social, mordaz e negra, associada à humilhação permanente aos franceses e alemães, transformam Allo Allo numa série distinta, não só pela sua qualidade como pela sua ousadia. Poucas séries televisivas foram capazes de trabalhar o polémico tema da II Guerra Mundial de uma forma tão criativa e arrojada, criando uma série de culto, que se estendeu por nove temporadas e que ainda hoje deixa saudades.


Conheçam René Artois (Gorden Kaye), a estrela desta série. Um anti-herói, um homem que não pode, em nenhum momento, ser julgado pela sua aparência flácida e desleixada. Ele é o dono de um pequeno café/restaurante na Paris da década de 40, em plena Grande Guerra. O seu café, frequentado essencialmente por alemães, é um tesouro de surpresas. René é casado, mas o seu apetite pelo sexo feminino não se consegue (nunca!) resumir a uma única mulher. René é galã. No seu café, todas as mulheres são suas e todas as mulheres se perdem de amores pelo seu charme. Inteligente, não só para enganar a sua mulher como cada uma das empregadas, René trabalha em segredo com os Franceses e os Ingleses e, aos poucos, transforma o seu café num dos mais importantes focos de espionagem dos Aliados.


O que nos entretém em Allo Allo! é a versatilidade da personagem de René. Imparável, indomável, inigualável. Esta é uma série que merece ser vista lentamente, aos longo de vários meses. Não aconselho o leitor a vê-la de uma só vez. A qualidade de Allo Allo merece ser saboreada, descoberta gradualmente. Porque esta é uma das mais belas obras-primas que os Ingleses alguma vez fizeram. E acaba de se juntar ao nosso clube do British TV.

THE INBETWEENERS MOVIE (2011)


Hoje falo-vos, com tristeza, de uma das maiores desilusões do ano 2011. Criei algumas expectativas sobre aquilo que daqui poderia sair, muito por culpa da admiração que tenho pela enorme irreverência e originalidade que esta série trouxe à televisão britânica e sobre a qual já tive o prazer de vos falar aqui.


É sempre um risco fechar um ciclo com um filme. As histórias das séries são demoradas, os detalhes são trabalhados e há espaço para os toques de genialidade que marcam a diferença. Num filme também os há, mas é dificil transportar a ideia de uma série para um filme. É raro (e eu não me recordo, de momento, de nenhum exemplo de sucesso) sair um filme que responda às expectativas dos fans. Na despedida, da série, do verão e do ensino secundário, os quatro jovens que se tornaram emblemas da juventude britânica, decidem encerrar em grande um ciclo. Viajam até Malia, na Grécia, um local onde o álcool e as aventuras se conjugam em harmonia de forma a satisfazer as necessidades daqueles que a procuram.


Como era de calcular, muita coisa corre mal e muitos dos planos idílicos dos quatros jovens acabam por ser um autêntico desastre. E é precisamente com essa amargura que o espectador fica. Em especial, o fan. The Inbetweeners Movie foi um final infeliz para uma série que tinha tudo para continuar a surpreender e cativar velhos e novos fans. Ficou pelo caminho de uma forma inglória. Agora, é esperar que alguma mente brilhante da britcom se lembre de uma nova ideia, igualmente genial e irreverente, para entreter os saudosos fans da série que retratou a adolescência como ela realmente é.


Nota Final:
C


Trailer:





Informação Adicional:

Realização:
Ben Palmer
Argumento: Iain Morris, Damon Beesley
Ano: 2011
Duração: 97 minutos

BRITISH TV - MISFITS, MERLIN AND SHERLOCK.

Porque o British TV é uma crónica sobre aquilo que de melhor existe na televisão britânica, optei este mês por fazer um ponto de situação sobre as séries do momento em Inglaterra. Aquelas que tenho a felicidade de poder acompanhar.


Começo pelas séries que terminaram. Merlin, numa quarta temporada cheia de sucesso (para mim foi a melhor), confirma o seu estatuto de série em prime-time (é transmitida aos sábados à noite na BBC One) com mais de oito milhões de espectadores a assistir ao episódio que encerrou a quarta temporada. Se duvidas existiam, quanto à sua capacidade de ombrear com a elite das séries britânicas, a renovação para uma quinta temporada muito promissora e uma remodelação das personagens e dos seus estatutos, prova que existe uma evolução, um crescendo e uma maturidade que são inegáveis. Eu já gastei todos os meus elogios com Merlin e resta-me apenas aconselhar, mais uma vez, que o leitor lhe dê uma oportunidade e se delicie com esta adaptação de uma das mais lendárias histórias da nossa infância.


Também chegou ao final a muito aguardada terceira temporada de Misfits. Uma série que precisou de sarar as feridas provocadas pela saída da sua estrela mais brilhante, mas que não virou a cara a luta. A terceira temporada ficou marcada pela chegada de Joseph Gilgun, um actor com grande potencial, que aos poucos foi apagando o fantasma de Nathan Young. É natural e era expectável que a terceira temporada não fosse tão cativante quanto foram as duas primeiras temporadas. Mas eu gostei. Gostei porque vi em Misfits um enorme esforço em seguir em frente, não vi dramatização, não vi uma série presa ao passado. Vi sim uma série a seguir em frente, a procurar uma saída do buraco em que foi enfiada e, no culminar de mais uma temporada, é deixada escancarada a porta para uma próxima temporada que será, em comparação com a primeira, algo de completamente diferente e inovador.


Enquanto uns vão, outros voltam. Aquela que é, muito provavelmente, a série mais aguardada de 2012 na televisão britânica, Sherlock, regressou para uma segunda temporada exactamente nos mesmos moldes da sua série de estreia (três episódios de noventa minutos) com críticas muito positivas para o seu primeiro episódio. Se o leitor ainda não viu, obrigo-o a ver. Sherlock é, muito provavelmente, a maior lufada de ar fresco da televisão britânica nos últimos largos anos. E mete num bolso a pobre e infeliz versão de Guy Ritchie.

BRITISH TV - FAWLTY TOWERS



Esta é uma das mais hilariantes séries de sempre da televisão britânica. Pouco divulgada e vagamente conhecida na actualidade (principalmente em Portugal), este é um dos pontos mais altos da carreira de John Cleese (num período de ressaca do mega sucesso de "Flying Circus" dos Monty Python, do qual fez parte) e que revela a sua enorme qualidade como criador de humor.


Com apenas duas temporadas, Fawlty Towers é, como qualquer projecto que aqui vos apresento no BritishTV, viciante. Vê-se num abrir e fechar de olhos e é a prova viva daquilo que é uma britcom. Um hotel, gerido pelo incompetente Basil Fawlty (John Cleese), que não só se sente ininputável perante todos os problemas que causa aos clientes e ao próprio hotel, como também descarrega toda a sua fúria em Manuel, uma personagem (quase piedosa) de um emigrante espanhol sem conhecimentos de inglês, que nunca percebe as ordens que lhe são dadas e que é obrigado a aceitar todas as punições que lhe são instituídas, sem que disso se aperceba.


A série vive muito da diversidade de personagens (e problemas concomitantes) de cada episódio, muito distintas entre si e que retiram à série o peso da sequência dramática: a obrigatoriedade de seguir e acompanhar a fundo e com paciência a história, o enredo e a origem das personagens. Leve, simples, divertida e singular. Fawlty Towers é a prova de que as capacidades de John Cleese não se esgotam nos Monty Phyton.



BRITISH TV - MISFITS (SEASON 3)




Não tenho por hábito anunciar o regresso de séries aqui no blogue. Faço-o em casos excepcionais, quando o regresso é tão aguardado que várias semanas antes começo à procura de trailers e informações sobre a nova temporada. Misfits é um caso excepcional. Uma lufada de ar fresco numa britcom que se distingue pela sua capacidade admirável de, ano após ano, geração após geração, se renovar e trazer ideias novas para o mercado.


No entanto, ao fim de duas temporadas de grande qualidade, viciantes e electrizantes, a série criada por Howard Overman perdeu a sua principal figura: Robert Sheehan, que representava o papel de Nathan Young, era a grande alma, a figura principal e o grande motor de toda a série. Mesmo que a história não girasse à sua volta, o seu carisma, a sua qualidade enquanto actor transformavam-no no centro das atenções. Sheehan é uma natural born star e será, sem dúvidas, um dos grandes nomes da representação em Inglaterra no médio prazo. É uma perda irreparável (e porque não arriscar insuperável?) para esta série que tantas coisas novas e arrojadas trouxe para a televisão.




Em jeito de despedida, o staff de Misfits criou uma pequena despedida para a personagem de Nathan Young, numa short history intitulada de "Vegas Baby" lançada a meio de Setembro e que serve também para a apresentação de Rudy, a nova personagem que ocupou a vaga deixada por Nathan. Aqui vos deixo alguns vídeos e algumas imagens sobre aquilo que poderemos esperar desta nova temporada. Regresso está marcado para dia 30 de Outubro.

BRITISH TV - Coupling

British TV é a crónica mensal do Dial P for Popcorn que tem como objectivo dar a conhecer séries britânicas, com a qualidade característica dos ingleses, local de inspiração e (fraco) plágio da Televisão Americana.


COUPLING


Para este mês escolhi uma série que se encontra entre as minhas cinco favoritas de todos os tempos. Não arrisco dizer que é a minha favorita da televisão britânica, pois são diversas e cheias de qualidade as que admiro, mas Coupling é a garantia de que o espectador vê uma série tremendamente inovadora, deliciosamente original e eternamente inconfundível. Não há, no mundo da televisão, nenhuma série como Coupling.



Baseada nas vidas de seis ninfomaníacos, Coupling é uma série que teoriza as relações, que satiriza os complexos masculinos e femininos, que desmonta ideias pré-concebidas sobre o sexo, a virilidade, o machismo e o feminismo. A forma como cada uma das personagens cria e expõe as suas hilariantes teorias torna-se viciante e cativa o espectador de tal forma, que garante que uma boa parte delas acabarão por se tornar inesquecíveis.


Começo por vos falar da minha personagem favorita. Jeff Murdoch (Richard Coyle) é a figura mais peculiar de toda a série. São da sua autoria alguns dos melhores momentos de toda a série e a sua ausência na quarta (e última) temporada faz-se notar e retira muita diversão e originalidade à série. Um solteiro sem sorte no amor, que procura a mulher da sua vida em qualquer pub de Londres e não se coíbe de encontrar justificações para todos os acontecimentos da sua vida. Uma personagem adorável, que nos leva da diversão à comoção, feita para cativar qualquer espectador.


Steve Taylor (Jack Davenport) e Susan Walker (Sarah Alexander) formam o único casal desta série. Juntos desde o primeiro episódio, permitem aos criadores da série introduzir de forma natural os habituais problemas de uma relação a dois, criando um divertido antagonismo em relação às aventuras das restantes personagens. Patrick Maitland (Ben Miles) representa a componente machista desta série. Um galã inveterado, um pedrador sexual, conhecido entre a as mulheres de Londres pelo seu famoso tripé que derrete o desejo de quem por ele se apaixona. Por último, Sally Harper (Kate Isitt) uma quarentona solteira e abandonada, carente de atenção e companhia e Jane Christie (Gina Bellman) uma jovem lunática e ligeiramente esquizofrénica, completam o elenco de luxo desta série.


Criado por Steven Moffat, um dos mais irreverentes génios da actualidade televisiva em Inglaterra, Coupling é uma das séries de culto da última década. Uma série que venero, que não me canso de ver, que será para sempre recordada como uma das mais originais criações sobre o amor, as relações e o sexo. Em Coupling não existem aqueles irritantes e dispensáveis preconceitos a que muitos dos iluminados gostam de atribuir a designação de tabus. E só por isso, já se torna diferente.



PS: Torna-se importante referir que em 2003 a Televisão Americana decidiu adaptar a série, criando um formato que se baseava no sucesso britânico. Foi um completo fracasso.

Séries - Black Adder


Mais uma pérola da BritCom. E que pérola! Para muitos, a melhor série de sempre da televisão britânica e, para todos, um dos momentos mais altos da comédia e do humor negro. A prova de que Rowan Atkinson é bem mais do que o Mr. Bean que TODOS os anos pela altura do Natal e Ano Novo a RTP faz o favor de nos mostrar.

Rowan Atkinson é, ao longo de quatro temporadas, um herói condenado ao insucesso. Mas aqui, não se trata de um insucesso ridículo e patético. Não. Rowan Atkinson protagoniza sempre personagens bastante inteligentes, sem escrúpulos e capazes de tudo para conseguir subir no seu estatuto social que, em todos as temporadas, se caracteriza por ser o de um homem com um cargo relativamente alto e com alguma importância mas sempre insatisfeito com o que tem.


Ao longo das várias temporadas, Rowan Atkinson participa em vários momentos importantes da história da Inglaterra, começando em 1485 e terminando em 1917. Cada temporada é constituída por episódios de trinta minutos. Em todas elas é acompanhado por Baldrick (Tony Robinson), uma personagem que cria em nós uma sensação de pena, compaixão e solidariedade, perante uma personagem que não poderia ser mais primata, ignorante e limitada. Um pobre coitado, um autentico boneco nas mãos de Rowan Atkinson, que se encarrega de fazer dele tudo aquilo que lhe apetece, usando-o, sempre que necessário, para alimentar o seu gigantíssimo ego.



Na primeira temporada, Black Adder protagoniza o papel de Príncipe Edmund, filho bastardo do poderoso Rei Ricardo IV. É, possivelmente, a personagem mais limitada de toda a série. Uma entrada de mansinho por parte de Rowan Atkinson, que nos episódios finais nos deixa no ar a ideia das capacidades macabras de Black Adder.




Na segunda temporada, a minha favorita, Black Adder dá asas à sua imaginação e põe em prática toda a sua maldade. É fantástico o humor negro e a forma deliciosa como Rowan Atkinson consegue tocar em temas tão sensíveis como religião ou estereótipos sociais. Nesta temporada, Black Adder é novamente Edmund, um nobre importante do reinado da Rainha Elizabete I.


Na terceira temporada, entra em acção Hugh Laurie no papel de Príncipe de Gales (um jovem monarca inapto e profundamente incompetente), protagonizando Edmund o papel de seu fiel criado que se sente muito frustrado por ter que suportar todos os caprichos fúteis e ridículos do seu patrão. Toda a história decorre entre os séculos XVIII e XIX.



Por fim, na quarta temporada, Black Adder é um medroso capitão que participa na I Guerra Mundial, na frente Oeste, e que combate contra os alemães pela sua pátria. Obedece às ordens do Capitain Melchett e enfrenta diariamente o insolente Capitain Darling, em mais uma sátira fantástica e muito bem pensada por parte de Rowan Atkinson.


Uma série de culto e a prova das fantásticas capacidades de Rowan Atkinson, que infelizmente se ficou por apenas quatro temporadas. Continuo a acreditar que um dia ele voltará e o seu humor negro estará novamente presente na televisão britânica. Se na década de 80 conseguiu satirizar tanta coisa e de uma forma tão genial, agora terá certamente muito mais material para ridicularizar.

Séries - Only Fools and Horses


Only Fools and Horses é uma das grandes séries da BritCom. Se fizerem uma pesquisa por vários sítios da Internet, vão perceber que a adoração pela série é tal que, muitos destes sites, não hesitam em considerá-la a melhor série de sempre da BritCom. Embora este tema seja bastante discutível e controverso (para muitos não existiría BritCom se não tivessem existido os Monty Python), Only Fools and Horses é uma delicia e, mesmo não sendo a melhor de sempre, será para sempre lembrada como um dos pontos altos da comédia de Inglaterra.


A série que deu origem à série portuguesa Os Fura Vidas, a minha série favorita de comédia em Portugal, é um original (claramente) melhor do que a cópia portuguesa. Del Boy (David Jason) é um falhado. Um visionário e um empreendedor, mas que estará para sempre condenado ao fracasso. O típico "Chico-Esperto" com a mania que engana todo o mundo e cujas negociatas têm sempre sucesso garantido. Arrasta consigo o seu inocente, ignorante e influenciável irmão Rodney Trotter (Nicholas Lyndhurst) que vê no irmão mais velho um herói, que o salvou da miséria após a morte da mãe e o abandono do pai. Com eles, e completando o elenco da série, temos o Avô (Lennard Pierce) que mais tarde, após a sua morte, foi substítuido pelo Uncle Trotter (Buster Merryfield).


Uma série criada por John Sullivan, tem como prova da sua qualidade os 14 anos que se aguentou na televisão britânica, sempre com uma boa receptividade por parte do público. Os 9,4 do imdb.com são também um ponto a seu favor. Para nós portugueses, tão bem habituados ao típico portuguesinho, capaz de tudo para conseguir subir na vida mesmo que de uma forma desonesta, Only Fools and Horses é um belo retrato das nossa familias e, certamente muitos de vós irão encontrar nesta série algumas situações que vos serão familiares.

Série - THE INBETWEENERS


Falo-vos hoje de uma das grandes sensações dos ultimos anos na comédia britânica e que iniciará na próxima segunda-feira a sua muito aguardada terceira temporada.

The Inbetweeners é uma série da qual sou um fan incondicional. É uma série que retrata tão bem aquilo que os adolescentes a rebentar de hormonas pensam e vivem, que foi sem dúvida uma lufada de ar fresco na televisão em Inglaterra.


A série tem 4 personagens principais, à volta das quais se centram as histórias (na sua grande maioria independentes de episódio para episódio) de cada episódio. Tudo começa quando os pais de Will se separam e este, um menino rico e tratada como um verdadeiro prodígio, se vê obrigado a largar a escola privada e a ter que se matricular na escola pública. É aí que conhece Simon que lhe apresenta mais 2 amigos: Jay e Neil, sem dúvidas as duas personagens mais interessantes desta série.
Will (Simon Bird) é o verdadeiro atado, menino regrado e exemplar na escola e que ambiciona estudos universitários. Simon (Joe Thomas), embora seja o bonito do grupo acaba por juntar à sua timidez um conjunto de azares que lhe são trazidos pelos amigos e que acabam por lhe afastar as raparigas. Neil (Blake Harrison) é um rapaz com um ligeiro atraso mental e com as respostas mais estúpidas que se consigam imaginar. Por fim, Jay (James Buckley), para mim a grande personagem desta história resume-se com a expressão inglesa The Real Wanker pois elabora estratégias completamente alucinantes para tentar provar aos seus amigos que é o maior galã que existe.



Uma série adorada tanto por miudos como por graúdos tem na sua nota de 9,1 no imdb.com e na nomeação de um BAFTA para melhor comédia, provas claras da sua qualidade. Os episódios são pequenos (pouco mais de 20 minutos) e com apenas 6 episódios por temporada. Vê-se tudo num único dia.


Trailer:Não era este o trailer que queria aqui colocar. O que realmente queria colocar aqui não o consigo incorporar portanto deixo-vos aqui o link: http://www.youtube.com/watch?v=-HrupOm9BfI