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DIAL P FOR POPCORN

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Especial Animação: O mundo de ALICE IN WONDERLAND (60º Aniversário)

Nesta semana especial, que abre o mês de festividades, pedimos a amigos próximos e colaboradores de outros blogues que nos ajudassem a abordar um dos nossos temas preferidos: a animação. Todos eles foram limitados a um máximo de dez imagens ou um vídeo para a sua tarefa. Sete dias, sete colaboradores, sete títulos que festejam este ano o início de uma nova década de vida. Muita diversão, emoção e magia é prometida. A ver se cumprimos. 

Continuando a nossa viagem pelos estúdios Disney, a nossa sexta convidada, a Ana Luísa Cardoso, que vem falar de um filme que tanto eu como ela e o Samuel Andrade, o convidado anterior, partilhamos como favorito e que curiosamente festejou 60 anos de vida há dias (28 de Julho): ALICE IN WONDERLAND. Deixo-vos ficar com a Ana, a quem agradeço desde logo ter aceite o convite:

Quando fui informada que teria de escolher imagens que representassem o filme, pensei em escolher imagens de vários momentos, demonstrando as várias personagens (tantas e tão maravilhosas) e as diversas situações (tantas e tão absurdas). No entanto, acabei por me decidir pela queda da Alice na toca do coelho. Afinal, é quando começa a viagem dela e a nossa também; when we go among mad people.


"Alice in Wonderland" é o filme da Disney que mais me lembro de ver na minha infância e aquele que, à medida que ia crescendo, se foi cimentando como o meu filme favorito da Disney. E, sinceramente, duvido muito que alguma vez saia desse lugar.

Para mim ver este filme é, e sempre foi, uma aventura. Uma aventura absurda e maravilhosa. Para uma criança com uma imaginação hiperactiva, este filme era o paraíso: biscoitos que fazem crescer, bebidas que fazem encolher, flores que cantam, exércitos de baralhos de cartas, o gato mais aterrador e fantástico que alguma vez tinha visto, e festa de chá mais mirabolante de sempre.

Em criança, ver "Alice in Wonderland" era despoletar um festival de fogo-de-artifício no meu cérebro. Sentava-me o mais próximo possível da televisão e assistia, maravilhada, àquela miríade de absurdidades sem fim, que me deliciava como nunca. Era como se, de cada vez que o via, descobrisse um pormenor novo. Hoje, ver o filme é como voltar a casa. As situações e personagens, apesar de mirabolantes, são familiares. Com tantas visualizações, acabei por encontrar uma certa ordem no meio de todo aquele caos. Mas o fogo-de-artifício na minha cabeça continua. E suspeito que nunca se vai extinguir.
Penso que descreveste na perfeição o que sentimos ao ver este filme, Ana! Obrigado por teres aceite o convite!

E agora vocês: que pensam do mundo encantado de Alice?

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