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DIAL P FOR POPCORN

DIAL P FOR POPCORN

Boas festas!


O pessoal do Dial P For Popcorn deseja a todos um óptimo Natal, com muita felicidade e festa junto dos vossos! E que a quadra vos traga bons filmes, que também é preciso!


"Ninho de Cucos" leva prémio nos TCN Blog Awards 2012


Ontem decorreram em Lisboa, no Auditório Rainha Santa Isabel no Centro Cultural da Casa Pia de Lisboa,  os TCN Blog Awards 2012. Aproximadamente setenta pessoas reunidas para se proceder à entrega de prémios aos melhores da blogosfera cinéfila e televisiva. Três horas volvidas num ápice, foi uma vez mais uma cerimónia excitante e divertida, conduzida por um enérgico e bem-disposto Manuel Reis (órfão do companheiro que vos escreve este ano, que teve de abdicar dos deveres de apresentação graças à Faculdade - uma vez mais, essa não perdoa) que deu bem conta do serviço a solo e com a intervenção de caras bem conhecidas como Luísa Barbosa ou Paula Neves. Só uma lamentação: a falha de som nas curtas-metragens "Assim Assim" de Sérgio Graciano e "Black Mask" de Filipe Coutinho. Merecíamos ter tido melhor sorte pois seguramente valeria a pena tê-las visto.

Do certame vencedor este ano, é minha obrigação realçar o vencedor de Melhor Artigo de Cinema, já que esse prémio veio cá para Coimbra, para eu entregar ao nosso Gustavo Santos, pela sua rubrica "Ninho de Cucos". Este reconhecimento, que muito nos apraz a nós no DPFP, é tão-só mais uma prova do talento indesmentível deste nosso colaborador a quem endereçamos os maiores parabéns! 

Aproveitamos para congratular todos os nomeados nesta e nas restantes categorias e os outros vencedores. Para o ano há mais e contamos lá estar de novo, esperemos que com a prometida mudança de cenário para outra cidade, sugerimos Coimbra ou Porto, pode ser?

Abaixo fica a lista completa de vencedores (quem quiser ver a cerimónia, pode fazê-lo aqui):

Melhor Crítica de Televisão
"House - episódio Everybody Lies", por Mafalda Neto, TV Dependente

Melhor Crítica de Cinema
"O Cavalo de Turim", por Tiago Ramos, Split-Screen

Melhor Entrevista
"Entrevista a Jonathan Rosenbaum", por Miguel Domingues, À Pala de Walsh

Melhor Site/Portal de Cinema/Televisão
Magazine HD

Melhor Artigo de Televisão
"RTP 2 - Sentimento de Revolta", por Rui Alves de Sousa, Companhia das Amêndoas

Melhor Artigo de Cinema
"Ninho de Cucos (IV)", por Gustavo Santos, Dial P for Popcorn

Melhor Novo Blogue
Hoje vi(vi) um filme (Inês Moreira Santos)

Melhor Iniciativa
Ficheiros Secretos - 10 anos, Imagens Projectadas

Melhor Blogue Individual
Close-Up (Catarina d'Oliveira)

Melhor Blogue Colectivo
TV Dependente

Blogger do Ano
Nuno Reis, Antestreia

Em resposta ao artigo escrito por Mourinha "Às Criancinhas"


Saiu no suplemento Ípsilon, do jornal Público de 30 de Novembro passado, um texto que não pode deixar de suscitar uma reacção. Com o título "A evolução da alternativa ao academismo contada às criancinhas", esse artigo de opinião versa, em tom de escárnio, sobre a situação presente da revista francesa Cahiers du Cinéma, contraposta aos anos históricos da sua afirmação no mundo. O seu redactor, o crítico de cinema Jorge Mourinha, "conta às criancinhas" a história da revista e o seu impacto nos modos de ver, dar a ver e fazer Cinema. Diz, a certa altura, que a política de autores tem vindo a "impor globalmente" uma "oposição comummente aceite entre 'cinema comercial' e 'cinema de arte' ou 'cinema de autor'". Percebemos que Mourinha sabe que os Cahiers procuraram precisamente “confundir” essas etiquetas redutoras entre o que é comercial e o que é arte; que viram arte no comercial (caso de Hitchcock) e comercial na arte (caso dos autores "burgueses" da Tradição da Qualidade, que Truffaut denunciou como a tendência mais funesta do cinema francês). Contudo, não entendemos onde está a lógica em afirmar que o que corresponderia hoje a defender, como o fizeram na altura os críticos dos Cahiers, realizadores como Hawks e Hitchcock, seria "erguer a 'autor'" um cineasta como Christopher Nolan, "coisa que aos Cahiers hoje, entrincheirados no academismo que eles próprios criaram, nunca passaria pela cabeça."

De repente, Mourinha sonega toda a história que se segue à formulação da "política de autores": nada mais que a emancipação do Cinema a nível mundial. O que Mourinha propõe é olharmos para o cinema comercial como os críticos dos Cahiers souberam olhar no seu tempo, mas como se a dimensão autoral fosse indissociável da natureza comercial ou não do filme em análise. Os Cahiers não estabeleceram que TODO o cinema de autor tem de ser cinema comercial; disseram que o cinema de autor pode nascer de uma conjuntura económica e política adversa à liberdade artística do criador. Entre o "pode" e o "tem" cabe o mundo — claro que para Mourinha, como a última produção de Nolan é cinema de autor, coisa que este arruma só pelo facto de "dizer que assim é", então Nolan é o novo Hawks ou o novo Hitchcock e... Mourinha o novo Truffaut?

O que os críticos dos Cahiers fizeram foi — e voltamos a usar o termo "vitimizante" de Jorge Mourinha — "impor" a liberdade de se ver cinema muito para lá dos sistemas de gosto instalados — esses sim, foram as vítimas da sua crítica. Os Cahiers propuseram um "novo olhar" livre de preconceitos tal como não foi de modo algum imposto um novo preconceito que dita que todo o cinema comercial americano está destituído de dimensão autoral, ou então Spielberg não teria visto o seu "War of the Worlds" ser considerado pela revista "só" o oitavo melhor filme da primeira década do novo milénio... Ou M. Night Shyamalan não teria merecido a consagração que nunca teve — e algum dia terá? — no seu próprio país.

Mais à frente, o crítico do Público diz: "Muitos dos nomes que os Cahiers defendem na sua lista como cineastas livres fazem parte do academismo do cânone 'autorista', ao qual pertencem em alguns casos mais pela sua postura perante o cinema do que pelos filmes em si." Como pode a "postura sobre o cinema" não estar nos "filmes em si", ou melhor, onde foram os críticos dos Cahiers buscar essa postura que não nos filmes? Parece-nos evidente que Mourinha, por não tolerar, por exemplo, o cinema de Ferrara, sente-se no direito de tomar toda a linha editorial dos Cahiers por ortodoxa ou académica ou, no limite, "conformada" — um de nós também detestou o último Coppola, o outro não considera “Holy Motors” como merecedor de inclusão em Tops dos melhores do ano, mas vê-los na lista da Cahiers lembra-nos como é sempre possível um olhar diferente sobre o mesmo objecto...

Mourinha cita Bazin para dizer que "tudo é relativo", algo que o crítico do Público não põe em prática quando se mostra incapaz de: aceitar a diversidade de proveniências do Cinema, reconhecer o lugar que os Cahiers ocuparam e ainda procuram ocupar no desafio aos unanimismos e aos "gostos maioritários" e — detenhamo-nos, por fim, neste ponto — respeitar a diversidade de visões sobre um filme provenientes de fontes como os, segundo Mourinha, “blogues que multiplicam opiniões”.

Recordamos que a presente indignação ao artigo publicado pelo suplemento Ípsilon nasce na própria comunidade blogger cinéfila portuguesa, uma comunidade liberta de linhas editoriais que não a instituída pelo próprio blogger em prol de uma reflexão cinematográfica anti-consensual, inclusive geradora de alguns futuros profissionais do cinema português e que, em toda a sua natureza, pluralidade, virtudes e defeitos, revela-se um dos espaços mais férteis e inconformados no que toca ao debate sobre o passado, presente e futuro da Sétima Arte.

Signatários:
André Marques
Aníbal Santiago
Hugo Gomes
Inês Moreira Santos
Jorge Rodrigues e João Samuel Neves 
Jorge Teixeira e Pedro Teixeira
Luís Mendonça
Miguel Reis
Nuno Reis
Samuel Andrade

TCN Blog Awards 2012 trazem mais 2 nomeações para o DPFP




Esta semana voltamos a ter prova do quão querido o DPFP é nesta blogosfera, com mais duas nomeações aos TCN Blog Awards para juntar ao nosso honroso pecúlio. 

Depois de algumas mudanças efectuadas nesta fase de nomeações para os prémios de 2012 (que passou a ter um júri pré-designado pelo criador da iniciativa, o Miguel Reis do Cinema Notebook, a avaliar artigos, críticas e blogues e a votar nas nomeações), era pouca a nossa esperança que alguém ainda reparasse em nós, com o ano horribilis de quasi-abandono que o blogue sofreu à custa da vida académica. No entanto, fomos orgulhosamente contemplados com duas nomeações (depois da vitória em 2010 para Melhor Novo Blogue e das 3 nomeações em 2011): Melhor Artigo de Cinema, pelo texto "Ninho de Cucos (IV)", da autoria do nosso colaborador Gustavo Santos (na mesma categoria foi também nomeado o nosso ex-colaborador Axel Ferreira, a quem também endereçamos parabéns!) e Melhor Crítica de Cinema, pelo nosso escrito sobre "The Artist".

Uma nota especial para uma nomeação importante, a do Círculo de Críticos Online Portugueses (CCOP) - do qual os dois criadores do DPFP fazem parte - um dos candidatos a Melhor Iniciativa.

De resto, saúda-se a franca presença feminina entre os nomeados este ano e a maior variedade de blogues que apareceram este ano em várias categorias (alguns que aqui o DPFP desconhecia), prova que há vitalidade na nossa blogosfera cinéfila e que o que se faz é de bastante qualidade. Tomara o público prestar-lhe o devido reconhecimento, com mais comentários, mais feedback e mais entusiasmo pela dedicação destes fervorosos bloggers que com muito amor e sem qualquer ambição de grandeza ou reconhecimento lá vão fazendo pela vida para tornar os seus blogues em produtos apetecíveis, frequentados e diversificados. De qualquer forma: parabéns a todos os nomeados (que podem consultar aqui) e esperamos vê-los a todos em Lisboa!

Agora, um pedido habitual nestas andanças: a quem gosta do que fazemos e aprecia a nossa contribuição, pedimos que VOTE. Para votar basta irem ao sítio do Cinema Notebook (AQUI) e na barra lateral à direita votar "Ninho de Cucos (IV)" em Melhor Artigo Cinema e "The Artist" em Melhor Crítica Cinema. Ficaremos eternamente agradecidos.

Actividades do CCOP (II)


A última vez que cá tínhamos falado do CCOP no blogue foi para abordar as três listas especiais dedicadas a Woody Allen, Martin Scorsese e Ridley Scott (estamos a assumir que têm seguido com atenção os tops mensais!).

Este mês decidi voltar a falar sobre os CCOP não por causa de um top especial, mas porque entretanto em Agosto adicionámos novos membros - o David Lourenço (O Narrador Subjectivo), o Miguel Reis (Cinema Notebook) e o Rui Madureira (Portal Cinema) (excelentes adições, diga-se) - e procedemos a uma repescagem dos títulos até então visualizados. Essa repescagem trouxe mudanças no top-10 geral do ano, que é o que basicamente me traz aqui (até porque os votos de Setembro - aqui - não alteraram em nada o top-10 do ano).



1.  Tabu, de Miguel Gomes | 8,63
2.  Moonrise Kingdom, de Wes Anderson | 8,56
3.  Temos de Falar Sobre Kevin, de Lynne Ramsay | 8,55
4.  A Invenção de Hugo, de Martin Scorsese | 8,38
5.  Vergonha, de Steve McQueen | 8,31
6.  Oslo, 31 de Agosto; de Joachim Trier | 8,14
7.  Os Marretas, de James Bobin | 8,10
8.  Procurem Abrigo, de Jeff Nichols | 8,08
9.  Monte dos Vendavais, de Andrea Arnold | 8,00
10. Amigos Improváveis, de Eric Toledano e Olivier Nakache | 7,90

Tirando "The Muppets" e "The Intouchables" (vá e eu tirava também "Hugo" se pudesse), penso que é uma lista de dez melhores bastante respeitável. Uma pena que as novas adições (especialmente uma) me tenham baixado a nota do "Take Shelter", que continua a ser a par de "Beginners" e "Jane Eyre" o meu favorito de 2011.

Que vos parece isto tudo?

Há público para nova edição?


Cá no DPFP estamos sempre interessados em repetir iniciativas cujo resultado final nos agrada. Apesar da falta de receptividade, gostávamos de ter mais gente connosco a prever os Óscares, porque só com companhia é que isto se torna divertido. Dito isto...


Lembram-se do 10 FOR THE OSCARS - OSCARS FOR 10?



Pois é, queríamos trazer essa iniciativa de volta, com algumas (bastantes) mudanças e um novo formato... Há interessados?

Podem ver o que se fez na temporada anterior (por assim dizer) AQUI.

Best Shot: Singin' in the Rain


This brief article is part of the weekly series at Nathaniel Rogers' quintessential movie site "The Film Experience", titled "Hit Me With Your Best Shot" (link here to previous entries)

As you know, we've been participating for quite some time. This week, we are focusing on one of my all-time favorites: Donen and Kelly's SINGIN' IN THE RAIN.




I can never explain quite well what watching SINGIN' IN THE RAIN makes me feel. Far from a perfect movie, the Donen/Kelly masterpiece is still as joyous and exciting as it was sixty years ago. It's a unique and powerful experience, and one that even through repeated viewings, never loses its thrill, its emotion, its happiness - the sheer joy is always there. Always. It's no wonder why this movie is considered to be the best musical of all time and is on almost everyone's all-time most beloved movies.


SINGIN' IN THE RAIN is one of my go-to movies when I'm having a bad day or when I'm sad or bored. It never ceases to amaze me how wonderfully simplistic, fun, cheerful and refreshing that movie is, and after watching it I always end up singing its songs for the next two hours, from the classic "Singin' in the Rain" to the more amusing "Good Morning" or the silly "Moses Supposes" (let's not forget the incredible, physically-demanding O'Connor number "Make'em Laugh", which is awesome too).


Despite being lighthearted, SINGIN' IN THE RAIN is a very original product, colourful, energetic and brilliant in its bright, merry way. Most of my admiration goes to its three leads - the dazzling Gene Kelly, the fantastic Donald O'Connor and the formidable Debbie Reynolds, at the time only 19 but more than holding her own against two industry powerhouses (the little girl sings, dances and acts her socks off). They sing and dance (in spectacular fashion, I might add - some of those choreographies are too good to be true, even for 1952!) to make it look so effortless and easy... Oscar-nominated Jean Hagen's Lina Lamont completes the core cast of the movie and although her performance is kind of a one-note joke (she can't act, she can't sing, she can't dance, she's somewhat dim and annoying), it's still a very inspired take on the dumb blonde type. The rest comes from a deceptively simple but clever story about people making movies and their immense love and pride in doing what they do, even if that means having to adapt to fit the new age of an industry always developing and now starting to realise the potential of sound in film (noticing some similarities with 2012's Best Picture winner "The Artist"? Well you should; it's one of the movies that inspired it). It's a good-humored celebration of this famous transition period in Hollywood that happens to use songs to prove its point that art - and people doing it - must evolve, all the while having a blast while doing it.

As for my best shot?




Well, before I even watched the movie again to write this article I knew I'd be picking this one. It's in the final scene of the movie, when Don (Kelly) ingeniously turns the tables on Lina (Hagen) and rushes to announce Kathy (Reynolds) - who's running down the aisle crying - as the real performer. It's one of the most romantic moments in the movies and that close-up on Reynolds' face seals the deal - it gives me goosebumps, it makes me swoon, it makes me teary eyed and gooey all inside. I know it's a little bit sentimental but this truly heartwarming finale - for an already sensational movie - is just what was needed to leave the movie - and you - on a high note for the rest of the day. It's pure magic that never fails. It's just... perfect.

Parabéns e novidades


Bem-vindos de volta (isto é, espero que ainda por aí estejam!) ao Dial P For Popcorn, que anda a tentar recompôr-se depois de um ano complicado que exigiu (ainda exige) a nossa ausência aqui do estaminé. Vamos tentar recuperar aos poucos; a ver no que isto dá. Espero que gostem das novas cores do blogue - depois do vermelho e do verde, vem o azul.

1. Antes de mais, tenho a fazer aqui um pequeno apontamento congratulatório para comigo e com o João: há uma semana (mais precisamente no dia 24), celebrámos o nosso segundo aniversário. Ainda mais saboroso se torna lembrar-nos desse facto sabendo o rebuliço que ia na nossa vida nesse preciso dia, com ambos a realizarmos o último exame do ano.  Portanto, parabéns a nós e parabéns a quem nos lê - não chegámos a dois anos de vida sozinhos. A vossa companhia tem sido importante.



De um ao outro passaram dois anos

2. Em segundo lugar, informo que as rubricas antigas cá do burgo (desde "O Cinema Numa Cena" a "Personagens do Cinema") estão encerradas por tempo indefinido. Considerem-nos a "NBC da blogosfera" - é tempo de inovar, é tempo de criar novas rubricas e novas atracções para um espaço que - apesar de apreciado e querido pela maioria dos visitantes - não escapou a um certo envelhecimento e à criação de hábitos de rotina. Eis que voltamos com muitas ideias - e, para já, com quatro novas rubricas. Ao longo do dia elas vão sendo apresentadas, saltitando entre o cinema e a televisão. Até ao final do ano poderão vir mais, consoante o feedback. E quanto aos colegas da blogosfera, provavelmente em breve receberão alguns convites para algumas iniciativas que temos pensado desenvolver.

3. Falando em televisão - por nós passaram (sem discussão) a cerimónia dos Óscares, as primeiras previsões para os prémios da Academia deste novo ano e as previsões para os nomeados aos Emmys. Esperemos que o ciclo termine aqui. Quero (e tenho de!) falar sobre os Emmys, um dos meus prémios favoritos (só pela duração fastidiosa da cerimónia me merece apreço). E previsões aos Óscares de 2013 hão-de cá aparecer muito em breve. Esperem e verão.


4. Ainda não me esqueci da retrospectiva Meryl Streep, abandonada no final dos anos 80. Espero fazê-la regressar ainda este mês - o 'bichinho' de escrever sobre a maior actriz dos nossos tempos voltou com a sua terceira vitória (já pensava que não estava destinado a acontecer!)


5. Finalmente: ainda há interessados em que eu revele (com oito meses de atraso, eu sei!) os meus nomeados e vencedores para os Dial A For Awards de 2011? Ainda haverá certamente lugar na estante de Ashgar Farhadi para mais um troféu para "A Separation", não? Foi contudo com curiosidade que vi que tenho algumas mudanças interessantes que pretendo realizar nas minhas listas, depois de há dias ter voltado a olhar para elas... (olhem para mim a tentar criar buzz e aguçar o apetite...)

Bem, alguma sugestão que queiram fazer, já que estamos dispostos a tudo para agradar o 'cliente'?

The Hunger Links


Na senda de outros blogues e sítios, penso que vou começar a fazer uma recolha de notícias, artigos e especiais que ocorrem durante a semana e que, não tendo eu tempo para fazer um realce apropriado, vou cá juntar nesta rubrica semanal ocasional de links. 

Onze dicas de Billy Wilder, um dos maiores realizadores-argumentistas da história do cinema, para guionistas em aprendizagem. [Cinema Notebook]

O trailer do novo filme de Woody Allen, "To Rome with Love", soletra 'desastre' com todas as letras. Partes que aprovo: Judy Davis, Penelope Cruz, Alec Baldwin e Jesse Eisenberg como pai e filho. Partes que não aprovo: Roberto Benigni e sobretudo Ellen Page versão sexy (não sei onde Allen foi inventar isso). Enfim. Vou ver, mas o meu entusiasmo é reduzido.


Uma comparação muito interessante entre "The Hunger Games" e outro filme e não, não é  com "Battle Royale", é com "They Shoot Horses, Don't They?", um dos meus filmes favoritos de sempre, com uma Jane Fonda sensacional. [Acidemic]

Uma pergunta interessante posta ao pessoal pela Casa das Séries: que tipo de fã de séries somos nós? Relutantemente, eu admito que sou um fã incondicional, mas gostava de ser um fã racional. Enfim. [Casa das Séries]

Josh Hutcherson e Jennifer Lawrence são duas estrelas de cinema em crescimento, ouçam o que vos digo. 2020 vai ser dominado por eles.



Mais uma discussão muito frutífera via The Playlist: por que razão há falta de novos protagonistas masculinos de sucesso, os famosos "leading man", como Tom Cruise, Denzel Washington, Brad Pitt, George Clooney ou Johnny Depp? Precisam-se sugestões. [The Playlist]

"The Master", o novo filme de Paul Thomas Anderson, vai chegar aos cinemas em Outubro. Mal posso esperar. [The Playlist]

"Total Recall" vai ter um remake este ano, com o imensamente talentoso mas nem sempre respeitado Colin Farrell no papel que foi de Schwarzenegger. Não tenho visto grande entusiasmo pelos sítios de cinema onde circulo, mas o Keyzer Soze deixou-me algo intrigado. [Keyzer Soze's Place]

Já viram "The Intouchables", a comédia-drama francesa que estreou nos cinemas portugueses há um mês e tem feito sucesso pela Europa fora (a ponto de Omar Sy, o protagonista masculino, ter batido o vencedor do Óscar, Jean Dujardin, nos Césars - os 'Óscares franceses' - o ano passado?)


Entre os diversos comentários que Kate Winslet fez aquando da estreia a 3D de "Titanic" em Nova Iorque, o da música de Céline Dion lhe dar vómitos foi que mais ressoou na imprensa. Eu trago-vos outro, muito mais interessante a meu ver: Kate Winslet considera que a sua interpretação - nomeada para Óscar - foi absolutamente horrenda. Que poderia ser muito melhor. [Digital Spy]

Depois de vencer o Óscar com "El Secreto de Sus Ojos", Juan José Campanella dedica-se agora a "Foosball", um filme animado, que ganhou trailer esta semana. [The Playlist]

A Vulture oferece soluções para resolver a programação das estações generalistas norte-americanas, propondo inclusive soluções bastante polémicas como deitar abaixo o line-up de comédias de quinta-feira da NBC, um dos pontos pela qual a estação é conhecida desde o final dos anos 90. Gosto particularmente do que propõem à CBS para resolver o problema "The Good Wife". [Vulture]

Ryan Murphy e Brian Falchuk decidiram agora que a sua série "American Horror Story" ia mudar de cenários e personagens todas as temporadas. Não tardou para que a FX inventasse a mudança da série da categoria de Drama (onde competiu nos SAG e nos Globos de Ouro) para a categoria de Mini-Série. Podem dizer-me que a FX fez bem, dada a reestruturação da série. Eu só vejo nesta mudança uma coisa: querem caçar os prémios que "Downton Abbey" ganhou o ano passado. Ainda por cima porque este ano não há "Mildred Pierce", nem "Downton Abbey" (mudou para Drama), nem nenhum tubarão na categoria. [TV Line]

Foi anunciado também que Jimmy Kimmel, apresentador do "Late Show with Jimmy Kimmel" na ABC, que eu adoro (tem sketches brutais!), será o próximo apresentador dos Emmy Awards (que dão, obviamente, na ABC este ano) no dia 23 de Setembro. [TV Line]

O novo filme de Sarah Polley ("Away with Her"), "Take This Waltz", que conta com Michelle Williams e Seth Rogen nos principais papéis, ganhou um trailer recentemente. Cá está - e é tudo aquilo que poderíamos esperar de um filme de Polley com Williams a protagonista:


Também David Cronenberg decidiu presentear-nos com um teaser do seu próximo filme, "Cosmopolis", protagonizado por Robert Pattinson, que deverá competir em Cannes este Maio. Cá fica o teaser trailer:


Não consegui resistir a partilhar isto: Nicole Kidman fala de Ewan McGregor e da sua colaboração em "Moulin Rouge!", que é o filme do mês em discussão no sítio oficial da actriz [Nicole Kidman]

Das competições mais interessantes dos últimos tempos, esta da Vulture: "qual é o maior drama dos últimos 25 anos?" está a chegar ao fim e, claro está, tinham de ser estes dois os finalistas: "The Sopranos" vs "The Wire". [Vulture]

No The Film Experience, o Michael C. do Serious Film pede para pensarmos em quais são as citações cinematográficas dos últimos anos que se vão tornar citações clássicas, integradas na cultura popular das próximas gerações, tal como "Luke, I am your father" ou "I'll make them an offer they can't refure"? Uma sugestão com a qual concordo completamente é "Why so serious?". Também penso que "That's a bingo!" vai perdurar na memória. E também "Boo, you whore!". Quais seriam as vossas sugestões? [The Film Experience]

Kristin Wiig, Andy Samberg e Jason Sudeikis vão abandonar Saturday Night Live. FINALMENTE! Merecem bem melhor que aquele programa. [TV Line]

Para quem ainda está a começar a expandir a sua cinefilia, um bom local para começar é na lista de filmes que Martin Scorcese um dia recomendou a um estudante que lhe escreveu uma carta a perguntar quais os filmes que qualquer pessoa devia obrigatoriamente ver para ficar mais culto quanto ao que a sétima arte tem de melhor para oferecer. [Cinema's Challenge]

Alex Kurtzman e Roberto Orci ("Star Trek") escreveram (e Kurtzman realiza) o guião de "People Like Us", um dos guiões mais cobiçados da Black List dos últimos anos. O filme sai este ano, protagonizado por Elizabeth Banks, Michelle Pfeiffer e Chris Pine. Que vos parece o trailer? [The Film Experience]

A Vulture tenta explicar quais as razões para o fracasso de John Carter, que muito me custa, porque Andrew Stanton é dos meus realizadores favoritos em Hollywood e eu queria muito que ele tivesse sucesso na passagem da animação para live action. [Vulture]

Xavier Dolan ("Les Amours Imaginaires", "J'ai Tué Ma Mère") tem um novo filme, "Laurence Anyways", que ganhou um trailer recentemente. E cá está ele. Esperem sucesso semelhante aos seus dois antecessores, talvez também uma estreia em Cannes. [Ion Cinema]

Juntando-me à onda de insultos com que a blogosfera se insurgiu perante a nova 'proposta' de programa de cinema do canal Hollywood, acho inadmissível que jornalismo de tão pouca qualidade seja feito no nosso Portugal. É incrível como jornalistas ainda se sintam à vontade para dizer barbaridades como "Como não temos oportunidade para ver os filmes de que vamos falar, baseamos toda a nossa pesquisa nos trailers que já saíram e nas informações existentes na Internet". Enfim. Deixo-vos com comentários tecidos pelo Sound+Vision e pelo TVDependente, que expressam a raiva do pessoal bem melhor que eu. [Sound+Vision] e [TV Dependente]

 O pessoal tem que parar de tentar fazer Chloe Moretz acontecer. A última deste pessoal é o remake de "Carrie". A Chloe Moretz é totalmente errada para o papel. E além disso: para quê mexer na perfeição que é o filme de DePalma? Loucos. [Split Screen]

Adam Sandler limpa os Razzies: 10 vitórias em 10 nomeações. Lindo. [Split Screen]

John Carter of Links (2)

Vá, vamos fingir que eu não me esqueci que "prometi" fazer esta revisão semanal de links do meu interesse todos os domingos. Eu juro-vos que todas as semanas lá junto um conjunto de links para publicar num artigo mas todas as semanas me dá uma preguiça enorme e acabo por não o fazer. Mas já é 2012 (há três meses; mas enfim) e há que procurar mudar maus hábitos. São tantos os links esta semana que vou dividir este artigo em duas partes. Continuando a ronda semanal de links (a primeira remessa, por assim dizer, está AQUI):


Se são alérgicos à Zooey Deschanel, então não carreguem no play. Contudo, se forem imunes, prossigam. Dos vídeos mais satisfatórios que já vi do "Saturday Night Live" este ano.


Decerto se lembrarão das nossas participações na extraordinária rubrica de Nathaniel Rogers no The Film Experience, "Hit Me With Your Best Shot", na qual procuramos falar sobre o que nos fascina em determinado filme, escolhido a dedo pelo criativo blogger e tentamos escolher uma imagem em particular que para nós represente algo de especial sobre esse filme (para quem não se lembra, aqui ficam: "Beauty and the Beast", "Psycho", "Bring it On!", "Black Narcissus" e "A Streetcar Named Desire"). Infelizmente, essa rubrica, tal como os bons programas de televisão, só dura de Março a Julho. Felizmente, a rubrica está de volta, a começar com "Ladyhawke" a 21 de Março, para comemorar os 50 anos de Matthew Broderick. Aconselho a todos que participem. Além de ficarem a conhecer mais sobre vários filmes, podem apreciar diversos pontos de vista e opiniões tão divergentes quanto educativas sobre o que o cinema inspira em cada um de nós. [The Film Experience]


Michael C. do "Serious Film" levanta no "The Film Experience" uma questão bastante curiosa, isto tudo a propósito da eminente estreia de "The Hunger Games": ler um livro depois de ver um filme diminui a experiência? E se o contrário suceder? Da minha parte, já fiz ambas as coisas e posso dizer que por vezes sinto que ler um livro depois de ver um filme não me satisfaz tanto por não poder dar asas à imaginação tanto quanto gostaria, porque é inevitável pegarmos na cara dos actores do filme e colocá-las nas personagens. E quanto a vocês? [The Film Experience]

Ainda no "The Film Experience": a Disney afinal sempre continua a senda de adaptar os contos de fadas para o mundo real - em 3D, claro está e agora juntou Elle Fanning a Angelina Jolie para a sua adaptação do conto da Bela Adormecida, "Maleficient". O director artístico do horrendo "Alice in Wonderland" (ainda para mais validado com o Óscar pelo seu trabalho nessa desastrosa película) é o realizador escolhido para o filme. Embora eu esteja 100% satisfeito com a escolha de Angelina Jolie para Maleficient (Blanchett seria ainda mais ousado e interessante mas é claro que o seu nome não traz tanta gente aos cinemas como o de Jolie), Elle Fanning, apesar de talentosa, deixa-me dúvidas. E Nathaniel tem razão: o problema vai ser o casting do príncipe. Mas sim, boa sorte. [The Film Experience]

Falando de Angelina Jolie... Depois dos Óscares, o pessoal do tumblr (e do Twitter, onde a perna tem uma conta própria) tem-se entretido a colocar a sua "perna à mostra" em toda a espécie de objectos e pessoas. O resultado... é este Legbombing. Só Angelina Jolie para suscitar tal reacção (nem o bigode de Bradley Cooper teve tanta exposição). [Pinterest]

Continuando a falar de tumblr... Este é imperdível para os fãs de Jessica Chastain, a actriz mais entusiasmante a chegar aos nossos ecrãs nos últimos anos. Haverá algo que esta mulher não seja capaz de fazer? O dia há-de chegar quando ela interpretará Meryl Streep a interpretar Julie & Julia, a interpretar Margaret Thatcher que, por sua vez, interpreta Miranda Priestley. Vocês vão ver. [Jessica Chastain Lovers]


Voltando aos Óscares por uns segundos... Deixo-vos cá com a galeria de fotos no Photo Booth da festa da Vanity Fair. A minha favorita, por motivos óbvios, é a do elenco de "Revenge". A segunda favorita é a #4. Sofia Vergara vale ouro. Em todos os sentidos. Amy Adams inspirada em Laura Dern em "Inland Empire" ("The face!") é a minha terceira escolha. [Vanity Fair]

No Imagens Projectadas, o António Guerra fala da NBC na sua crónica semanal "Monday's Morning Mirror" do dia 13 de Fevereiro (vêem como ando actualizado na postagem? Incrível). Concordo com várias coisas do que ele diz, penso que ele não está totalmente correcto quando aborda o problema da NBC com "Friends" (o problema era muito mais abrangente e complicado; se vos interessar, recomendo a leitura deste artigo AQUI e surge com o aparecimento de "Survivor" e "C.S.I." e a falta de preparação da NBC para lidar com a queda do seu império, com as séries que a tornaram a televisão respeitada do final dos anos 90 já com mais de cinco, seis anos na televisão e a decair em audiências e a consumir muito dinheiro à administração do canal; não foi só "Friends", foi também "E.R.", "Seinfeld" e "Will & Grace") mas é ainda assim uma leitura muito recomendada. [Imagens Projectadas]

Por esta altura muita gente já está a carpir por causa do futuro incerto de algumas das suas séries favoritas. Eu próprio passo por isso todos os anos e todos os anos acabo por levar mais pancadas do que devia (olá, "Mr. Sunshine", "Better Off Ted", "Pushing Daisies", "Arrested Development" e outras que me arrancaram pedacinhos do meu coração com o vosso cancelamento) por gostar de ser crente no paladar americano. Afinal, não podem viver de "C.S.I." e "NCIS" para sempre, certo? Errado, minha gente. É o que aquele povo gosta. Mas não me alongo nisto, porque haverá tempo e lugar apropriado para abordar este tema. Me aguardem. Para já, deixo-vos com uma excelente análise probabilística - e provavelmente certeira - da Vulture sobre que séries sobreviverão mais uma temporada. Infelizmente, "Cougar Town" está entre as eminentemente canceladas. E eu tristemente concordo. [Vulture]

A syrin do TV Dependente é, além de uma excelente cronista e ávida consumidora de séries de televisão, atrevida e ousada q.b. e eu não podia estar mais de acordo com ela quanto ao problema "Grey's Anatomy"/Fox Life. É que é impossível ver mais de 2 horas de televisão naquele canal sem que "Grey's Anatomy" infeste o ecrã. E quem fala de "Grey's Anatomy" fala também de "Private Practice", o outro produto da demoníaca Shonda Rhimes. É inconsolável aturar aquela valente telenovela pincelada de dramas e mais dramas e vendida como série médica porque se passa num hospital. E a syrin, bem ao seu jeito, sugere cinco séries que poderiam substituir "Grey's Anatomy" no overload actual e assim dar um descanso ao pessoal. [TV Dependente]


"Downton Abbey" versão cartas de Magic. Adoro o poder especial da Dowager Countess (Maggie Smith). [Kill Screen Daily]

Quem ainda não viu "Tiny Furniture" é favor de ver. É uma das melhores comédias dos últimos 10 anos e tudo produto da mente brilhante e futurista de Lena Dunham. Que vem para a HBO trazer-nos "Girls". A outra grande aposta do canal a nível cómico traz com ela o regresso de Julia Louis-Dreyfus ("Seinfeld", "New Adventures of Old Christine") como a vice-presidente em "Veep". Ambas as séries ganharam trailers. O TV Dependente aprofunda a questão. [TV Dependente]

Anotem nos calendários esta data: 25 de Março. É a data de regresso da melhor série televisiva da actualidade (bem, hoje em dia diria que está a par com "Breaking Bad" e "Justified"), afastada do pequeno ecrã há quase ano e meio: "Mad Men".



32 coisas que o comentário de DVD de "Requiem for a Dream" nos dizem sobre o filme que ainda não sabíamos. You're welcome. [Film School Rejects]

No "Serious Film", o Michael C. tenta encontrar qual a posição correcta de "The Artist" entre os últimos vinte vencedores de Melhor Filme. Concordo com o sítio onde ele o coloca, mas sinceramente não concordo com a posição de outros vencedores. Assim de repente, trocaria logo "Million Dollar Baby" por "Chicago" (nenhum está perto de ser um grande filme, mas o Eastwood é bem pior que o musical de Rob Marshall) e, claro, "American Beauty" é bem mais obra-prima que "The Departed", "Shakespeare in Love" ou "The Hurt Locker" (a quem ele deu o segundo lugar). De resto, dizer só que adoro os três piores vencedores de Melhor Filme dele: "Crash" (um filme que gostei bastante até, mas que não posso perdoar ter batido "Brokeback Mountain", infinitamente melhor), "A Beautiful Mind" e "Forrest Gump" (estes dois últimos eu detesto mesmo). [Serious Film]

Já que voltamos a mencionar os Óscares, tenho a ressalvar ainda esta magnífica compilação de vários anúncios de vencedores de Óscares e respectivas reacções dos colegas de categoria perdedores. Há reacções magníficas. [Fourfour]

Parece que a Disney ainda não se cansou dos contos de fadas animados e está a preparar "Frozen", uma adaptação do conto de Hans Christian Andersen "The Snow Queen", com Kristen Bell a emprestar a voz à protagonista. [Coming Soon]

E agora, para quebrar a falta de artigos sobre a Meryl Streep nos últimos tempos, cá vão vários: primeiro, o Pedro José faz uma enorme dedicatória à actriz no dia em que esta recebeu o seu terceiro Óscar. [Midnight Directives]

Depois, a New York Magazine compilou uma lista de fotografias - de 1978 a 2012 - da actriz em vários momentos da sua carreira e vida pessoal. É notável ver o quão pouco mudou. [NY Mag]

A seguir, o Irish Times dedica uma crónica mordaz e ácida à actriz, falando que quanto mais o seu estrelato subiu, em mais filmes medíocres ela entrou, afirmando ainda que Streep não participa em nenhum filme bom desde 1978. Se por medíocres ele entende "Adaptation", "The Hours", "Kramer vs. Kramer", "Postcards from the Edge", "Ironweed", "Silkwood" e "Bridges of Madison County", penso que estamos conversados. [Irish Times]

Finalmente, aproveito para deixar - porque não - o discurso de agradecimento do Prémio Carreira no Festival de Berlim 2012. Graciosa, como sempre.


Terminando a nossa conversa de Óscares, pergunto-vos o que Michael C. questiona numa das suas rubricas "Burning Questions" no "The Film Experience": se pudessem escolher um dos derrotados dos Óscares, de qualquer ano e obrigá-lo a ir fazer um discurso ao palco como se tivessem ganho, quem seria? Eu votei na Ellen Page. E vocês? [The Film Experience]

No TV Dependente (dá para ver que gosto muito de falar do blogue, não dá?), perguntaram há uns tempos qual o top de sitcoms e comédias favoritas dos seus leitores. Eu, claro está, participei. "Parks & Recreation" e "Archer" foram escolhas óbvias para os meus dois primeiros lugares. Quais são as vossas? Se ainda não comentaram lá, é altura de o fazerem! [TV Dependente]

Para final deixo o melhor: dois sketches de comédia de Jimmy Kimmel Live, para mim o melhor dos apresentadores de talk show da noite. (via TV Dependente e A Gente Não Vê)



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