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DIAL P FOR POPCORN

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Quando a Academia acerta (IV)


Uma rubrica destinada a provar que apesar de algumas decisões questionáveis da Academia, o Óscar é, por mérito próprio, o prémio mais cobiçado pelo mundo do cinema. E quando a Academia acerta... Merece palmas também.



Melhor Actor Secundário, 1972 | Joel Grey - "CABARET"

Perante uma categoria preenchida com grandes actores (entre eles Robert Duvall, Al Pacino e James Caan por "The Godfather"), foi refrescante ver o vibrante e extraordinário Joel Grey receber o Óscar pela sua inesquecível e inimitável interpretação do mestre de cerimónias em "Cabaret" (esta não seria a única surpresa que o filme conseguiria na cerimónia; também Bob Fosse - merecidamente - levaria o Óscar perante Francis Ford Coppola).

Provavelmente terá vencido porque Pacino e Duvall repartiram votos do contingente de "Godfather" mas ainda bem por isso: Grey merecia juntar o Óscar ao seu Tony (conseguido pelo mesmo papel na Broadway) e mais que isso Grey e Minnelli mereceram ambos os seus troféus - as suas interpretações, juntas, são o que dão alma ao filme.

Dois exemplos:





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