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DIAL P FOR POPCORN

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KINGSMAN, um filme-pipoca de Matthew Vaughn

Isto não é a última coca-cola do deserto. O argumento não é novo. Não vai ser o filme das vossas vidas. MAS. A verdade é que Kingsman é um filme bem disposto, daqueles humildes e despretensiosos pedaços de arte que nasceu para ser visto com um saco de pipocas e um copo de refrigerante.

 

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É de filmes destes que (também) se faz a vida de um amante do cinema. Há cenas em Kingsman absolutamente hilariantes, de "levantar o estádio", em que a câmara não pára. Em boa verdade, é relativamente fácil apresentar meia duzia de (válidos) argumentos para criticar, rebaixar e humilhar Kingsman. Não tem a profundidade, não tem o rasgo, não tem a prosa. Basta ter nascido na década de 70-80 e ter papado tudo o que já se fez de filmes pós-apocalíticos/super-heróis/mentes-brilhantes/garotos-predestinados, um pouco de comichão no nariz e uma má digestão para se deitar fora este super bem disposto Kingsman.

 

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História simples. Serviços secretos, garoto da classe baixa órfão de pai, plano para destruir a humanidade, Samuel L. Jackson como vilão, Colin Firth como gentleman, Taron Egerton como futuro sex symbol inglês. Agora só falta um pouco de boa vontade e um serão sem grandes preocupações. O resto Kingsman faz.