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DIAL P FOR POPCORN

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Grandes Divas do Ecrã

O ano de 2008 foi bastante interessante em termos de grandes interpretações femininas. Temos Anne Hathaway, Rosemarie DeWitt e Debra Winger ("Rachel Getting Married"), Melissa Leo ("Frozen River"), Angelina Jolie ("Changeling"), Kate Winslet ("Revolutionary Road" ou "The Reader"), Meryl Streep, Amy Adams e Viola Davis ("Doubt"), Sally Hawkins ("Happy-Go-Lucky"), Marisa Tomei ("The Wrestler"), Catherine Keener, Michelle Williams e Samantha Morton ("Synecdoche NY"), Kate Beckinsale e Vera Farmiga ("Nothing But The Truth"), Cate Blanchett ("The Curious Case of Benjamin Button"), Tilda Swinton (com o filme anterior e com "Burn After Reading"), Frances McDormand ("Burn After Reading"), Penélope Cruz e Rebecca Hall ("Vicky Cristina Barcelona") e Michelle Williams de novo ("Wendy & Lucy") e estes são só alguns dos nomes que me aparecem logo. 

Um nome que demoraria a aparecer, ou melhor um filme que demoraria a ser mencionado, se alguém nos perguntasse por grandes interpretações femininas em 2008, seria o de Julianne Moore em "Saving Grace". Algo que lamento. Um filme tão pequeno para uma interpretação tão magistral, Julianne Moore está tão bem aqui como em "Far From Heaven" ou "Boogie Nights", as suas duas melhores interpretações, para mim. Ora zangada, ora alegre, ora aos gritos, ora a sorrir, ora fazendo amor, ora discutindo. Parece complicado, mas nas mãos de Moore tudo se torna possível e natural. Ela é uma diva, sim senhor. E uma das maiores que o cinema já viu. E esta situação com que vos deixo é de uma qualidade, em termos de leitura de fala, impressionante.


"I go away for one week and what do you do?! Something intellectual. Something VERY intellectual indeed."


 Barbara Baekeland (Julianne Moore), Savage Grace (2007)


Aqui vos deixo um vídeo que inclui várias cenas do filme - e aponto-vos para a cena em questão frisada neste post, que começa por volta dos 7:50:

 

Best. Line. Reading. Ever.